Sérgio Godinho

Sérgio Godinho

Portugal

Cantor, compositor, escritor (para adultos e crianças), actor, realizador, Sérgio Godinho é, para citar uma das suas canções clássicas, o verdadeiro “homem dos sete instrumentos”. Mas, numa carreira artística de invejável longevidade, que se prolonga há 40 anos de modo quase intocável, foi o seu trabalho enquanto cantor-compositor que o tornou num ícone capaz de reunir à volta das suas canções gerações de diferentes idades, vivências e aspirações.

O insuperável acervo de canções que escreveu e gravou desde que se estreou em disco em 1971 inclui alguns dos clássicos maiores da música cantada em português dos últimos 50 anos, passadas de boca em boca e de geração em geração como raros outros músicos nacionais conseguiram assinar. “O Primeiro Dia”, “A Noite Passada”, “É Terça-Feira”, “Com um Brilhozinho nos Olhos”, “Espectáculo”, “Cuidado com as Imitações”, “Lisboa que Amanhece”, “Liberdade”, “Coro das Velhas”, “Caramba”, “Dancemos no Mundo”, “Barnabé” atestam o seu talento para traduzir de modo pessoal e intransmissível, numa conjugação inseparável de palavras e melodias, experiências e emoções universais.

O início do ano de 2018 trouxe o seu 18º registo de originais em estúdio – “Nação Valente”, um regresso aos inéditos muito aguardado. “Nação Valente” tem produção de Nuno Rafael, um dos seus habituais “assessores”, e conta com a partilha na composição das canções com alguns dos nomes que Sérgio Godinho mais respeita da música nacional – David Fonseca, Filipe Raposo, Hélder Gonçalves, Pedro da Silva Martins, Márcia ou um velho companheiro, José Mário Branco.

Sérgio Godinho: voz
Nuno Rafael (direcção musical): guitarras eléctricas e acústicas, cavaquinho, lap steel guitar, teclado, percussão, coros;
Miguel Fevereiro: guitarras eléctricas e acústicas, percussão, coros
Nuno Espirito Santo: baixo, guitarra, teclado, percussão
João Cardoso: teclados, samplers, coros
Sérgio Nascimento: bateria, percussão

2019

2º Dia, sábado 27 de Julho

Caxade

Caxade

Galiza

Caxade é o projecto pessoal de Alonso Caxade, inspirado no folk-pop e nos sons bucolico-pastoris da velha Europa. A sua música é elegante, modesta e singela, apesar de marcada por algum surrealismo pós-moderno e do discurso reinvidicativo, metafóric e irónico.

Caxade nasceu no último trimestre do 2012 como um desafio audio-visual transgressor, tendo produzido “Dança dos Moscas”, “Gente Pota” e “Sr. Xorda” (com Javier Antelo Seoane, Iria Pinheiro e Tánia Ameneiro).

Em novembro de 2013 edita “A Dança dos Moscas”, o seu primeiro trabalho discográfico com a banda formada por Manu Paino (trompeta e carilhom), Manu Espinho (bombardino), Xosé Tunhas (bateria) e o próprio Alonso Caxade (voz e acordeão). Dois anos depois, em dezembro de 2015, é lançado o DVD “A Dança dos Moscas Ao Vivo” gravado com a Banda de Música da Bandeira. Em 2016, editam o seu último trabalho “E isto é o amor”.

2019

2º Dia, sábado 27 de Julho

Omiri

Omiri

Portugal

Omiri é um dos mais originais projectos de reinvenção da música tradicional portuguesa.

Para reinventar a tradição, nada melhor que trazer para o próprio espectáculo os verdadeiros intervenientes da nossa cultura: músicos e sons de todo o país a tocar e a cantar como se fizessem parte de um mesmo universo. Não em carne e osso mas em som e imagem, com recolhas transformadas e manipuladas em tempo real, servindo de base para a composição e improvisação musical de Vasco Ribeiro Casais.

Também se propõe um baile onde todos os temas tocados são dançáveis, segundo o ritmo e o balanço das danças tradicionais e não só (Repasseados, Drum n’bass, Malhões, Viras, Break Beat, Corridinhos…).

Omiri é, acima de tudo, remix, a cultura do século XXI, ao misturar num só espectáculo práticas musicais já esquecidas, tornando-as permeáveis e acessíveis à cultura dos nossos dias, isto é, sincronizando formas e músicas da nossa tradição rural com a linguagem da cultura urbana.

Em Omiri a música e cultura portuguesa é rica e gosta de si própria.

Vasco Ribeiro Casais: Manipulação de video em tempo real, programações, Cavaquinho, Nyckelharpa, Bouzouki costumizado, Gaitas-de-fole Portuguesas.

“For some years now, Vasco Ribeiro Casais has built a well-earned reputation for being one of the most original and exciting musicians to pick up on the Portuguese traditional rhythms and smash them against other European folk forms alongside is sober use of electronics. His project OMIRI remains a facisnating demonstration on how to do this.(…)” 
in Songlines

OMIRI´s “Baile Electrónico” was Listed in the Best Albums of 2017 in the World Music Charts Europe – wmce.de

2019

2º Dia, sábado 27 de Julho

Samba Sem Fronteiras

Samba Sem Fronteiras

Brasil

A roda de samba Samba Sem Fronteiras nasceu da iniciativa de alguns brasileiros, residentes em Portugal, que sentiam falta de encontrar o samba de raiz, feito por quem gosta e para quem aprecia. O samba que se pode encontrar numa esquina qualquer, mas que não está em qualquer esquina; que valoriza a tradição e os grandes poetas dessa música popular brasileira.

O Samba Sem Fronteiras acontece para manter viva esta antiga chama, de uma música que nasceu para celebrar a vida e que, mesmo diante das dificuldades, sabe reinventar a alegria: “Assim cantamos e escrevemos os nossos sambas, e a cada roda, concerto ou festa, vamos contribuindo para tornar mais alegres e especiais as histórias das pessoas que se cruzam connosco”.

Portanto, é só chegar, soltar a sua voz, deixar o corpo entrar no ritmo, e curtir um pouco da raiz do samba e da música brasileira!

2019

2º Dia, sábado 27 de Julho

Cremilda Medina

Cremilda Medina

Cabo Verde

Carregando consigo parte da cultura cabo-verdiana, Cremilda Medina faz parte da nova geração da música popular/tradicional de Cabo Verde, com principal incidência na Morna e Coladeira. O seu trabalho dá seguimento às obras dos grandes nomes da música cabo-verdiana como Cesária Évora, Bana, Ildo Lobo, Paulino Vieira, Morgadinho, Tito Paris, Titina Rodrigues entre muitos outros.

Cremilda Medina mereceu já o reconhecimento nacional e internacional, como é o caso dos prémios obtidos nos Estado Unidos da América com “Best World Music” por dois anos consecutivos nos IPMA e em Cabo Verde com “Melhor Intérprete Feminina” na gala Mindel Prémio, “Melhor Morna 2017” e o prémio “Sapo Award” nos CVMA por dois anos consecutivos.

Cremilda Medina tem merecido as melhores criticas nacionais e internacionais e o seu álbum de estreia “Folclore” tem sido um dos mais vendidos em Cabo Verde desde que foi editado.

2019

1º Dia, sexta 26 de Julho