Jazzamboka

Jazzamboka

Canadá

Jazzamboka é fruto da fusão das palavras jazz e yamboka, que significa vila ou país no dialecto congolês de Lingala. Apesar do nome da banda, este conjunto é composto por cinco músicos residentes no Quebec! Em 2017, ganharam o Stingray Rising Star Award.

Os Jazzamboka não limitam o seu repertório ao jazz convencional mas apostam na diversidade sonora do hip-hop, soukous, reggae, be-hop, funk, rock, electrónica e, acima de tudo, sons da África Central. A originalidade da música dos Jazzamboka é garantida pelo uso de instrumentos variados e ancestrais, como o lokolé e o ngoma. A actuação surpreendente e enérgica dos Jazzamboka não deixará ninguém indiferente!

2019

2º Dia, sábado 27 de Julho

Meszecsinka

Meszecsinka

Hungria

Meszecsinka significa “small moon” e provem da canção preferida de folk búlgaro da vocalista Annamária Oláh. Este projecto é íntimo, mágico e frágil, nascido do amor. Cantam em sete línguas (húngaro, russo, búlgaro, finlandês, inglês, árabe e castelhano), provém da Hungria e Bulgária e transportam os ouvintes para um espaço místico, onde o folk húngaro e búlgaro andam de mãos dadas com o flamenco e funky, o oriental e o experimental.

Em Maio de 2012 foi lançado o primeiro disco em formato digital pela German Hiperbole Records, e foi apresentado no Austrian Balkan Fever Festival.
Em 2014 actuaram em Moscovo e aí gravaram um vídeo na Praça Vermelha. O último álbum da banda chama-se “Kinyílok”.

O novo álbum dos Meszecsinka “Stand into the deep” perpetua com o som eclético e característico desta banda, onde os sons inuit, as técnicas de canto siberiano, as músicas de amor e de embalar nos transportam para rituais antigos.

Em 2019, Meszecsinka – atualmente composta por Annamária Oláh, Emil Biljarszki, Ferenc Somogyi e Dávid Krolikowski – celebra o seu 10º aniversário com visitas a vários países como Rússia, Cazaquistão, Alemanha, França, Holanda, Bulgária, Sérvia e Roménia, e agora, Portugal.

“…wild and messy, like the soundtrack to the rave at the end of the universe… an East-European Kate Bush or Cocteau Twins… trance-like atmospheres that recall the likes of The Orb and Ozric Tentacles, with the band conjuring up huge waves of rushing sound.” – Songlines Magazine UK

2019

1º Dia, sexta 26 de Julho

Os D´Abaixo

Os D´Abaixo

Galiza

Apareceram em 2010 com o objectivo de promover e animar os bailes e festas tradicionais no território de Compostela. O seu repertório recolhe algumas das peças populares mais conhecidas da música galega e inová-las com novas composições. Os d’Abaixo pretendem oferecer força e energia a qualquer baile tradicional, tarefa que cumprem rigorosamente graças à sua alegria e à sua experiência no meio do folclore galego e músicos profissionais. Têm actuado em diversos eventos e festivais na Galiza, mas também fora dela, como no Festival de Músicas do Mundo (Maio 2012, Etxarri-Aranaz-Navarra), o Festival Le Grand Bal de l’Europe (Julho 2012, Gennetines – França), o Festival Intereltico de Lorient (Agosto 2013, Lorient – Bretanha) e o Calan Mai, a festa da Primavera Celta (Maio de 2014, Cardiff – Gales).

Na Primavera de 2014, editam o primeiro disco “Ao vivo en Lorient”, que recolhe 16 peças gravadas nos concertos feitos em 2013 durante aquele festival bretão. Em 2017 saiu o álbum “Quixera ser dos paxaros”, o primeiro gravado em estúdio e cujas faixas são temas inéditos para o folk galego, fruto de um grande trabalho de investigação por parte de Xosé Ramón Vázquez, acordeonista do grupo.

2019

1º Dia, sexta 26 de Julho

Ana Alcaide

Ana Alcaide

Espanha

Ana Alcaide é uma compositora espanhola que se dedica à exploração de sonoridades e tradições ancestrais. Enquanto estudava Biologia na Suécia, apaixonou-se pelo nychelharpa, um instrumento tradicional sueco cuja origem remonta à Idade Média. Depois de o aprender a tocar, começou a popularizá-lo no seu país natal.
A sua música é inspirada pela sua cidade multicultural e milenar, Toledo, pelas personagens que cruzaram a Península Ibérica ao longo dos tempos, pelas músicas medievais e pelas culturas mediterrânicas. Com o seu terceiro álbum “La Cantiga del Fuego” conheceu o prestígio internacional: permaneceu cinco meses no WMCE – World Music Charts Europe e foi ainda considerado um dos melhores álbuns de 2012, segundo a crítica especializada.
Em 2016 lança “Leyenda”, uma produção dedicada à mulher nas diversas culturas e mitologias, vista aos olhos de hoje.
A sua personalidade e a sua força criativa posicionam-na num papel reputado da artes em Toledo e nas regiões vizinhas: foi galardoada nos Premios Cope, Juanelo Turriano e nos Scenic Arts Awards de Castilla la Mancha, tendo sido ainda escolhida para representar Espanha no European UER Festival.
É directora artística do Toledo World Music Festival.
A sua música já correu todo o mundo, desde a Europa, passando pela América Latina e Ásia.

“Gutsy, Womanly, Wild and Wonderful” – Songlines Magazine, UK –
”Una sonoridad global, bellísima y atemporal” -El Mundo, España –
”Una exploradora musical de otra era” – El País, España –

2019

1º Dia, sexta 26 de Julho

Dead Combo

Dead Combo

Portugal

Os DEAD COMBO editaram em Abril de 2018 o seu sexto álbum de originais.
Odeon Hotel, gravado em Lisboa, nos Estúdios Namouche, entre Outubro de 2016 e Setembro de 2017. Com a produção de Alain Johannes (Queen Of Stone Age, PJ Harvey, Chris Cornell, etc). Este novo disco é a síntese perfeita da portugalidade e universalidade existentes na música dos DEAD COMBO.

Composto por treze músicas, o novo disco conta com a participação de diversos músicos convidados na sua gravação, nomeadamente, Alexandre Frazão na Bateria, Bruno Silva na Viola D’Arco, Mick Trovoada na Percussão e João Cabrita nos Sopros. Alain Johannes, para além de assinar a produção deste disco, também participa na sua gravação. O destaque especial vai para o cantor e compositor norte-americano Mark Lanegan, que dá voz a “I Know, I Alone”, um dos mais belos poemas escritos em língua inglesa por Fernando Pessoa.

Pela primeira vez na história da banda, o disco foi editado em todo o mundo, com o selo de uma das maiores editoras internacionais, a Sony Music.

Odeon Hotel está a ser apresentado em Portugal e um pouco por todo o mundo, numa tour que se estenderá até final do ano de 2019.

Considerado um dos três melhores discos de 2018 pela generalidade da imprensa e crítica especializada.

Considerado o melhor espectáculo nos Festivais de Paredes de Coura, Mimo e Bons Sons.

Tó Trips – Guitarras
Pedro Gonçalves – Guitarras, Contrabaixo, Melódica, Pianinho
Alexandre Frazão – Bateria, Voz
Gui – Sopros, Mellotron, Voz
António Quintino – Contrabaixo, Guitarras, Mellotron

2019

1º Dia, sexta 26 de Julho