TT Syndicate

TT Syndicate

Rapazes de fato, Sete Rapazes de Fato que de facto são uma banda que reflecte, como poucas neste momento, a busca de uma comunidade das referências no passado. Os TT Syndicate vão a jogo em tudo desde a Soul suja e visceral de “No one’s gonna rule my world”, que junta duas das mais carismáticas vozes– Marta Ren e o anfitrião Pedro Serra – à deliciosa exótica de “Jungle Eva”, passando pelos sofisticados Rhythm & Blues de “What ever happened to you”, pelo Rock’n’Roll incisivo de “Mighty fine” ou pelo Popcorn, ao melhor estilo crooner, de “Melacholic mood” e, no fim, são só e apenas eles. Fazem música retro, como nunca se ouviu…

2018

1º Dia, sexta 27 de Julho

Morgane Ji

Morgane Ji

Oriunda da Ilha da Reunião, quando Morgane Ji sobe ao palco assume todas as imagens que associamos a esse pedaço de terra perdido no meio do Índico, a distância, o exotismo, a mestiçagem, o misticismo… No entanto a Rainha Crioula (assim apelidada pela imprensa britânica), é dona de uma voz única, profunda e sensual, animal e guerreira que aborda os temas de uma forma pouco convencional. O seu banjo cria um universo fantástico e de cumplicidade com o público um mundo de sonoridades cruas com samples hipnóticos que a tornaram para muitos como uma intérprete fenómeno.

2018

1º Dia, sexta 27 de Julho

Gaiteiros de Lisboa

Gaiteiros de Lisboa

Os seminais Gaiteiros de Lisboa estão de regresso com uma formação rejuvenescida e uma renovada vontade… E com a sua já longa HISTÓRIA para contar. Os Gaiteiros são reconhecidos como o mais importante grupo de renovação e reinvenção da música tradicional portuguesa. Com uma obra ímpar, originalíssima, traçaram e continuam a traçar novos caminhos para a nossa música identitária, de raiz, que neles nunca ficou lá atrás, mas esteve, está e estará sempre de olhos postos no futuro.
Inventivos, muitas vezes revolucionários, criadores de novas sonoridades, instrumentos e (re)leituras da nossa lírica popular, os Gaiteiros de Lisboa são igualmente os principais responsáveis pelo surgimento de sucessivas gerações de novos músicos e bandas que, seguindo os seus passos, se lançaram igualmente nesta aventura de pegar na herança da música rural portuguesa reinventada no Séc. XXI.
Depois de dois anos de ausência dos grandes palcos, o grupo de Carlos Guerreiro, Paulo Marinho e os seus mais recentes companheiros de jornada Sebastião Antunes (voz e percussões), Miguel Quitério (gaitas-de-foles, uillean pipes, flautas e voz), Carlos Borges Ferreira (voz e percussões) e Paulo Charneca (percussões e voz).

2018

1º Dia, sexta 27 de Julho

The Town Bar

The Town Bar

The Town Bar são uma banda de Folk/Rock que ao longo da sua existência tem somado reconhecimento dentro e fora de portas. Os seus temas, alguns abertamente efusivos e energéticos, enquanto outros apelam a uma contenção própria de quem abraça uma bebida quente ao mesmo tempo que ouve o desenrolar de uma história contada à mesa de um pub, onde os músicos vão oferecendo uma banda sonora reconfortante. Em qualquer um dos casos, sentimo-nos em casa com a banda. Somos bem acolhidos em qualquer uma das vírgulas destas letras e continuamente convidados para ficar mais um pouco para o tema seguinte. As boas vibrações com que fomos brindados no início, acabam por estar presentes ao longo de todo o disco. Os bons anfitriões são assim.

2018

1º Dia, sexta 27 de Julho

Torcido

Torcido

Nesta dança em tom de filme-concerto de um imaginário reluzente, desde a percussão à melodia vocal, André Nunes percorre um terreno bem permeável e fértil: carimbos, máquinas de escrever, fitas métricas no chão do estúdio são alguns dos instrumentos usados para musicar e ilustrar toda a viagem demarcada pelas várias referências e impressões do autor.

Se as caixas de música falassem – como falam -, podiam contar as várias histórias desta “Cabaça” de André Nunes, onde a narrativa artesanal sussurra entre o “Atordolado” suspense de quem vai experimentando vários trilhos de como chegar ao “Vazio” e serpenteia confissões entre as “transfusões sentimentais” e “pequenas paixões alimentadas a vapor de chá”, não esquecendo a mensagem clara e gráfica da “hipocrisia”.

2018

1º Dia, sexta 27 de Julho