Forró Miór

Forró Miór

Os Forró Miór, destacados pelo jornal francês Le Monde como “uma das mais inspiradoras e frescas bandas do género”. Partem do forró brasileiro mas daí mesclam-no com outras influências musicais como a cumbia, a milonga, o swing, o samba e o jazz latino. Um boost contagiante de energia e dança à qual não vais querer faltar.

2018

2º Dia, sábado 28 de Julho

Dead Combo

Dead Combo

Os Dead Combo são sem dúvida alguma uma das mais importantes bandas do novo panorama musical português. O seu novo disco Odeon Hotel é a síntese perfeita da portugalidade e universalidade existentes na sua música.

A história da banda formada por Tó Trips e Pedro Gonçalves, começou em 2003 na sequência de um convite do radialista Henrique Amaro (Antena 3) para compor e gravar a canção “Paredes Ambience”, incluída no disco de homenagem a Carlos Paredes “Movimentos Perpétuos – Música para Carlos Paredes”.
Os álbuns da banda editados até ao momento têm sido largamente elogiados em Portugal e no estrangeiro, recebendo vários prémios para “Álbum do Ano”.
Lusitânia Playboys (2008), o terceiro disco de estúdio, foi eleito “Álbum da Década” pelo jornal Expresso.

A dupla participou no episódio sobre Lisboa do programa “No Reservations” de Anthony Bourdain, o que lhes valeu a entrada no top 10 dos discos de world music mais vendidos no iTunes norte-americano.
Em Dezembro de 2014, coroando um ano com mais de 40 concertos realizados, esgotaram com espectáculos mágicos o Coliseu dos Recreios em Lisboa e o Teatro Rivoli no Porto. Também no final de 2014, ficou a saber-se que “A Bunch of Meninos” foi considerado pelos leitores do Blitz como o melhor álbum português de 2014.
 
O ano de 2015 começou com a chegada da música dos DEAD COMBO a Hollywood, através da inclusão de 2 músicas suas no filme “FOCUS”, protagonizado por Will Smith. O Globo de Ouro de 2015 para melhor banda, confirmou o reconhecimento nacional do trabalho de Tó Trips e Pedro Gonçalves.
Em 2016, a banda reinventa-se com a ajuda das “CORDAS DA MÁ FAMA” e apresenta-se de forma mais acústica e por vezes surpreendente, de norte a sul de Portugal, culminando com o lançamento de um novo disco, o oitavo da sua carreira.

Em 2018 com o novo álbum e que será apresentado no Festival, os Dead Combo continuam a trajetória extraordinária que têm vindo a desenhar, com a consolidação da sua carreira internacional e a sua afirmação como uma das mais interessantes e importantes bandas do novo panorama musical português.

2018

2º Dia, sábado 28 de Julho

Davide Salvado

Davide Salvado

Davide Salvado é sem dúvida uma das vozes mais carismáticas da Galiza. Autodidata percorreu durante a maior parte da sua vida as aldeias galegas na busca dos ritmos, das letras e poesias populares e as danças. Das mulheres pandereteiras que lhe foram ensinando retirou não só os ensinamentos da música e da tradição mas também uma forma de viver. A ligação a todas estas práticas tradicionais e o respeito profundo pela terra tornam a forma de entender o canto para Davide muito mais do que somente música.
Ao longo da sua carreira a sua versatilidade permitiu-lhe também tocar outras formas de expressão como o Cabaret ou o Teatro. Davide colaborou com vários nomes como Kepa Junkera, Budiño, Ugia Pedreira, Yo Yo Ma entre tantos outros.

Agora apresenta Lobos, um album que é uma metáfora a imagem duma Galiza pura e selvagem e é também um agradecimento a todas as mulheres fortes e anónimas que o ensinaram a ser o que é.

2018

2º Dia, sábado 28 de Julho

Sopa de Pedra

Sopa de Pedra

As Sopa de Pedra mais do que um grupo vocal feminino dedicado ao canto a capella de canções de raiz tradicional são a prova de que é possível olhar para o futuro sem menosprezar o que está para trás, através de um revivalismo da música tradicional portuguesa com o preciosismo que tanto lhe é merecido. É através de adornos, harmonias e arranjos novos que o grupo de dez mulheres traz de novo à memória todo o esplendor do passado, usando, sempre, o instrumento mais potente que o Homem não inventou: a voz.

Neste espaço partilham o gosto pela música tradicional portuguesa e pelas composições de cantautores portugueses que nela se inspiraram como Zeca Afonso, José Mário Branco, João Loio e Amélia Muge, cujas canções integram atualmente o repertório do grupo.

O reportório do grupo inclui sobretudo música de tradição oral das várias regiões portuguesas, estendendo-se dos cânticos mirandeses de Trás-os-Montes às baladas açorianas, das cantigas de adufeiras da Beira Baixa ao Cante alentejano. Mas também há nele lugar para músicas tradicionais de outros países, como Espanha e Israel, ou para temas originais.

Tal como no conto popular da Sopa de Pedra, a criação musical começa com uma base simples – uma pedra, uma tradição, uma melodia, um cantar – a que, ao longo do tempo, se vão adicionando novas facetas e novas vozes até surgir uma harmonia viva que, de cada vez que se canta, ou de cada vez que se junta um amigo, se reinventa.

2018

2º Dia, sábado 28 de Julho

Palankalama

Palankalama

Palankalama é um quarteto dedicado à música instrumental, oriundo da cidade do Porto. As suas composições baseiam-se na música tradicional/folk de diversas regiões e imaginários. Cada música é uma procura de um cenário onde se desenvolve um argumento. Recorrendo à energia do rock e á escola do Jazz, a narrativa é traçada pelos quatro elementos da banda, numa busca de lugares de “ficção”.

2018

Sábado, 28 de Julho 2018