Kumpania Algazarra

Kumpania Algazarra

Acoustic Express

Os Kumpania Algazarra surgem em 2004 pelas ruas de Sintra, inspirados pela energia da folia e boa disposição.

Um ano mais tarde gravam o seu primeiro EP e daí partem à aventura, com a caravana a animar Portugal de lés-a-lés e inclusive o desconhecido mundo exterior, passando por Espanha, Itália e Eslovénia.
Em Fevereiro de 2008 surge o seu primeiro trabalho de originais com nome homónimo. Nesse ano vencem o Mercè a Banda, concurso internacional de bandas de rua das Festas de La Mercè, em Barcelona. Daí saltam para os grandes palcos nacionais, tendo sido convidados a actuar nos Encontros Culturais de Língua Portuguesa no Rio de Janeiro, Brasil.

Pelo caminho, muitos são os DJ e produtores que a banda conhece e que manifestam interesse em misturar esta algazarra. Surge então a ideia de fazer o Kumpania Algazarra Remix (2010), ou seja, as músicas do primeiro CD remisturadas em vários estilos. Xoices, Inner G, Woman in Panic, Ovelha Negra, Sam the Kid, Beat Laden, Yanus e os Breakfast Djs fazem pura alquimia, transformando o som orgânico da Kumpania em algo fresco para novas pistas e novas danças.

Já mais tarde, em 2011, a passagem pelo Festival de Músicas do Mundo de Sines fica marcada pelo lançamento de um EP ao vivo, editado pela Optimus Discos.

A Festa Continua, o segundo álbum de originais dos Kumpania Algazarra, chega em 2013, um trabalho em que diversos universos musicais são abordados e se coloca a nu a situação política e social do país. A influência balcânica, que caracteriza a banda convive com o calor tropical, o balanço oriental e arabesco, os beats da música de dança e o hiphop. Melodias inebriantes, a força dos sopros e o ritmo da festa compõem o menu.

Em 2015 foi editado o terceiro álbum de originais Acoustic Express. Nele é feita uma abordagem à vertente mais acústica e nómada dos Algazarra, que representa as viagens da banda pelo mundo, w as diferentes impressões e (re)interpretações sonoras inspiradas nos diferentes cenários dessas mesmas viagens.

Para este novo ano, a banda está a preparar nova imagem e novo espectáculo.

2017

Confirmado.

Kalakan & Luís Peixoto

Kalakan & Luís Peixoto

Melhor Álbum Folk do Ano com o disco Assembly Point de 2011

Os Kalakan são um grupo de três cantores e percussionistas – Pierre, Xan e Jamixel – que se servem da sua raiz basca para compor em Euskara.

Apostando na simplicidade, na elegância da comunicação com o seu público, os Kalakan transportam emoções para a música que produzem e raramente deixam aqueles com quem se cruzam indiferentes.
Assim aconteceu no encontro entre o Bolero e a Txalaparta que veio de Maurice Ravel, responsável pelos arranjos para Katia e Marielle Labèque, famosas pianistas, que envolveram dois txalapartari para gravar uma versão para dois pianos e percussões bascas do famoso Boléro. O percurso que se seguiu foi o início de uma bela aventura humana e artística. Katia e Marielle ligaram-se à sua infância passada no País Basco e Kalakan nasceu e floresceu ao lado das suas madrinhas.

Graças a Katia e Marielle, o trio conheceu mais tarde Madonna na costa basca. Depois de cantar para o seu aniversário, foram convidados para a tour da diva em 2012. Uma intensa aventura que colocou os olhares da imprensa internacional em cima da formação.

Luís Peixoto, por sua vez, nasceu em Coimbra e após vários estudos feitos em flauta de bisel e guitarra clássica decidiu dedicar-se em exclusivo à música.

Conta com vários primeiros lugares discográficos internacionais como Melhor Composição Original nos Prémios Jumping Bits ’11, e Melhor Álbum Folk do Ano com o disco Assembly Point de 2011, e mais tarde em 2014 com o disco Trim nos XI e XIV Prémios Opinión. No seu currículo de colaborações contam-se nomes sonantes da música ibérica como Sérgio Godinho, Kepa Junkera, Anxo Lorenzo, Ana Bacalhau ou Celina da Piedade, só para citar alguns.

2017

Confirmado.

Diabo a sete

Diabo a Sete

Parainfernália e Tarara

O grupo sedeado no Ateneu de Coimbra nasceu em 2003 e, desde então, tem percorrido vários palcos nacionais (e não só), tocando em festivais como o MED em Loulé, o Intercéltico de Sendim, o Bons Sons em Cem Soldos e o Festival Músicas do Mundo de Sines. Os Diabo a Sete têm vindo a construir um repertório baseado em temas originais e outros inspirados na música tradicional portuguesa, ainda que procurem sempre abordá-los sem preconceitos puristas e com a consciência de que a música que elaboram é contemporânea.

Em 2007, a banda lançou Parainfernália , o seu primeiro trabalho. Quatro anos depois, surgiu Tarara, que contou com a participação de vários músicos convidados, entre os quais Carlos Guerreiro (Gaiteiros de Lisboa), uma das vozes do tema Paraíso Fiscal . Os novos temas de Figura de Gente aprofundam a tarefa de pegar em ritmos, sons e instrumentos associados à tradição e de lhe dar letras, roupagens e desenhos melódicos actuais.

Na formação dos Diabo a Sete encontramos Celso Bento nas flautas e gaita-de-foles, Eduardo Murta no baixo eléctrico, Sara Vidal na voz, adufe, pandeireta e harpa, Luísa Correia na guitarra, Miguel Cardina na bateria e percussões, e, por fim, Pedro Damasceno no bandolim, cavaquinho, concertina e flautas.

2017

Confirmado.

Xabier Díaz e Adufeiras de Salitre

Xabier Díaz e Adufeiras de Salitre

“The Tambourine Man”

Um projeto que une um grupo de percussionistas e cantoras de música popular – as Adufeiras de Salitre – a Gutier Álvarez na sanfona e violino, Javier Álvarez no acordeão diatónico e naturalmente Xabier Díaz, nome maior damúsica galega com profunda ligação a bandas como Berrogüetto, Nova Galega de Danza, ou ACadaCanto.
Na algibeira trazem o aclamado “The Tambourine Man”, disco que propõe uma revolução e renovação da música popular galega muito por fruto da recuperação de instrumentos tradicionais praticamente em desuso, pela selecção de canções populares da Galiza desconhecidas do grande público e pelo enfoque vanguardista e pessoal que só Xabier Díaz consegue ter. São no total onze composições, uma delas em castelhano, resultado de um trabalho de investigação que o músico galego realizou durante mais de 20 anos.
Em “The Tambourine Man” escutam-se pandeiretas, adufes, canções e ritmos tradicionais que convidam à dança, num exercício sonoro que enaltece a expressão musical ibérica, e que contém colaborações de excelência como Kepa Junkera, Carmen París e Aleix Tobías (Coetus). O disco recebeu o galardão de Melhor Disco em Galego nos Prémios da Música Independente ’16, o título de Melhor Álbum de Música Tradicional ’16 nos Prémios Martín Códax da Música Galega, e a faixa “Cantiga da montaña” foi ainda eleita Melhor Tema Musical Galego nos Prémios aRi(t)mar. Esteve ainda no Top Ten da World Music Charts Europe durante dois meses consecutivos.

2017

Confirmado.