Talabarte

Talabarte

Música galega que incita ao baile

Os Talabarte são um trio único, estritamente acústico e baseado na música tradicional.
Formados por Quim Farinha no violino, Pedro Pascual no acordeão diatónico e Kin García no contrabaixo, note-se três músicos experientes e de excelência no panorama musical da Galiza com passagem por outras bandas de renome como Berrogüetto ou Marful, têm como objectivo partir das raízes tradicionais da folk dando-lhe um toque actual de contemporaneidade. Juntos propõem uma viagem à música popular da Galiza, com um repertório cheio de referências a ritmos, melodias e composições de outras latitudes espanholas, misturando versões e composições da sua própria autoria. Tudo devidamente alinhado com enfoques estéticos que vão desde a linguagem do jazz ao tango à música tradicional europeia, sem nunca esquecer naturalmente a folk que lhe dá origem.
Com um disco editado em nome próprio no ano de 2011, e que resulta de uma intensa tour europeia, este super trio de virtuosos executantes da música galega incita ao baile e à imaginação e é sem dúvida uma proposta a não perder nesta estreia em terras lusas.

2016

No Palco Principal

The Pet Piper’s Project

The Pet Piper’s Project

“Under Pontevedra”

Depois de terem conquistado o público português na edição do ano passado do Festival Folk Celta, após votação do público no Concurso Novos Valores da Folk, os The Pet Piper’s Project regressam a Ponte da Barca para desta vez subirem ao palco principal numa noite em que a fasquia está bem alta.

Em actividade desde 2009, este grupo de amigos, que têm em comum o gosto pela gaita, não tem parado de actuar e surpreender. Do circuito de bares a festivais de menor dimensão, a banda tem-se evidenciado na cena espanhola pela frescura da sua musicalidade começando a ser requisitada para plateias maiores. Ambiciosos, os The Pet Piper’s Project almejam colocar Valência no mapa da música folk, onde o pódio está naturalmente entregue aos irlandeses, escoceses e galegos. Para isso apresentam uma fusão da folk com ritmos mais actuais de que são exemplo o rock, blues e country que lhe dão um toque fresco e original.

A sua formação permanece intocável desde o nascimento do colectivo, e é composta por sete músicos: Alicia Navarro na bateria, Tono Ruano na guitarra eléctrica e vozes, Clara Mínguez na voz, Fernan Navarro no baixo eléctrico, Jonathan Sánchez no banjo, pandeireta e flauta, Raquel García nas gaitas, flauta e bodhrán, e ainda Nelo Mascarós no bouzouki, acústica e vozes. Esta diversidade de instrumentos, com proveniências tão distintas aliada à fusão sonora de géneros musicais faz dos The Pet Piper’s Project uma proposta sem dúvida a repetir.

2016

Palco Principal

Retimbrar

Retimbrar

“Voa Pé”

Os Retimbrar são um colectivo musical do Porto com um trabalho de exploração de ritmos, canções e instrumentos tradicionais portugueses, que resulta num reportório misto de originais e reinterpretações. É fundamental para o grupo o desígnio de conhecer e dar a conhecer a herança popular e cultural portuguesa.

O grupo foi fundado em 2008 por Andres ‘Pancho’ Tarabbia, percussionista uruguaio radicado em Portugal, a quem se juntou António Serginho que entretanto co-assumiu a coordenação e a liderança do grupo. Entre 2010 e 2012, a Casa da Música acolheu os Retimbrar nos projetos do Serviço Educativo.
A experiência adquirida nos diferentes contextos em que têm estado ativos, permitiu-lhes encontrar diferentes performances ajustáveis à natureza de cada momento, da rua ao palco, da oficina ao concerto.

6 anos depois, os Retimbrar editam o seu primeiro disco no dia 1 de Abril deste ano. “Voa Pé” traz consigo os ecos dos bombos na rua e a emoção das canções partilhadas nos palcos e fora deles. Este disco é uma edição de autor com o apoio da Casa da Música, da Cultura Fnac e da Revolução d’Alegria Associação.

2016

Julho no Palco Principal

Susana Seivane

Susana Seivane

“Os soños que volven”

Herdeira da família Seivane, uma das mais prestigiadas famílias no mundo dos gaiteiros e artesãos de gaitas na Galiza, Susana Seivane iniciou a sua carreira musical com apenas 3 anos de idade.
Na sua discografia colecciona um álbum homónimo editado em 1999 e produzido por um dos elementos dos Milladoiro; o disco “Alma de Buxo” onde entre outros colaboram Kepa Junkera e Rodrigo Romaní, dois dos nomes mais sedimentados na folk internacional; “Mares de Tempo” que traz consigo a internacionalização para outros territórios europeus e também para a América onde actua nomeadamente no Canadá, Estados Unidos e Argentina, um disco onde se faz acompanhar de reconhecidos músicos e onde pela primeira vez se ouve a sua voz.

O último trabalho de originais de Susana Seivane surge dez anos mais tarde com o título “Os soños que volven”. Com um estilo genuíno que está presente na sua forma de tocar, consegue sintetizar o estilo enxebre dos executantes ancestrais de gaita-de-foles, expandindo o seu valioso legado com influências de outros sons. Para tal rodeia-se de um elenco de músicos da nova geração que transmitem frescura e originalidade às suas criações. É sem dúvida uma das apostas desta edição do Festival Folk Celta.

2016

Julho no Palco principal

Galandum Galundaina

Galandum Galundaina

Cancioneiro tradicional das Terras de Miranda

Galandum Galundaina faz parte da genealogia de uma região com um património musical e etnográfico único, que durante muito tempo ficou esquecido. Ao longo dos últimos 20 anos o grupo contribuiu para o estudo, preservação e divulgação da identidade cultural das Terras de Miranda, Nordeste Transmontano.

Para além da edição de quatro discos e um DVD ao vivo, o trabalho do grupo inclui a padronização da gaita-de-foles mirandesa, a construção de instrumentos tradicionais (usados em concerto), a organização do Festival itinerante de cultura tradicional “L Burro i l Gueiteiro”, bem como a produção e programação de outros festivais/eventos relacionados com a cultura tradicional.

Em palco os quatro elementos apresentam um repertório vocal e instrumental na herança do cancioneiro tradicional das Terras de Miranda, onde as harmonias vocais e o ritmo das percussões nos transportam para um universo atemporal. Das memórias da Sanfona, da Gaita-de-foles Mirandesa, da Flauta pastoril, do Rabel, do Saltério, do Cântaro, do Pandeiro mirandês, do Bombo e da Caixa de Guerra do avô Ventura, nasce uma música que acumula referências, lugares, intensidades, tempos. Para Galandum Galundaina a música não se inventa; reencontra-se.

Os álbuns editados têm tido uma excelente apreciação pela crítica especializada. Em 2010 para além da atribuição do Prémio Megafone, o álbum Senhor Galandum foi reconhecido pelos jornais Público e Blitz como um dos dez melhores álbuns nacionais. Do seu roteiro fazem parte alguns dos mais importantes Festivais de World Music/Folk em Portugal, Espanha, França, Itália, Bélgica, Alemanha, Marrocos, Cuba, Cabo Verde, Brasil,

2016

Julho no Palco princial